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Campanha de vacinação contra febre aftosa é iniciada em Itabirito

Prazo vai até o dia 31 de maio.

Começou nesta terça-feira (1) a primeira etapa da campanha de vacinação contra febre aftosa 2018 no Brasil. O prazo para vacinação dos rebanhos vai até o próximo dia 31, quando deverão ser vacinadas mais de 200 milhões de cabeças de bovinos e búfalos, de qualquer faixa etária, na maioria dos estados do país.

Em Itabirito, os criadores de gado devem comprar a vacina nas agropecuárias credenciadas e, posteriormente, levar o comprovante no escritório do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), que fica na Praça Dr. Guilherme, 169, Centro. Só assim é possível fazer o registro no sistema para que o animal esteja regularizado.

O atraso na comprovação da aplicação da vacina impede que o produtor possa emitir o Guia de Trânsito Animal (GTA), por um período mínimo de 30 dias. Por isso é importante a comunicação junto ao órgão de defesa sanitária.

O objetivo da vacinação é manter Itabirito livre da febre aftosa, permitindo o transporte de animais vivos, produtos e subprodutos de origem animal, entre os estados do Brasil e para o exterior.

Há mais de uma década não há incidência da febre aftosa no Brasil. Isso porque desde abril de 2006, quando houve foco da doença em Japorã, no Mato Grosso do Sul, os rebanhos brasileiros não apresentam a aftosa. Em junho, após a vacinação, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), vai declarar, oficialmente, o país como livre da febre aftosa.

Sobre o programa de prevenção 

Para desenvolver políticas públicas visando o combate da febre aftosa no Brasil, foi criado, em 1992, o Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA). O programa tem como estratégia principal a implantação progressiva e manutenção de zonas livres da doença, de acordo com as diretrizes estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).
O programa é coordenado pelo MAPA e conta com a participação dos serviços veterinários dos estados e do setor agroprodutivo. O governo trabalha para que os produtores parem de vacinar o rebanho após maio de 2021.
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