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Juiz e lideranças religiosas se reúnem para discutir sobre a realização de casamento comunitário

Encontro aconteceu na tarde desta segunda-feira (1).

Na tarde desta segunda-feira (1), às 16h, no Fórum de Itabirito, foi realizada uma reunião, promovida pelo Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), para discutir sobre a possibilidade de realizar um casamento coletivo na cidade. O objetivo é converter Uniões Estáveis de Fato em casamento, regularizando, assim, a situação jurídica vivenciada pelos casais.

O Juiz de Direito, Dr. Antônio Francisco Gonçalves, falou sobre a regularização da situação dos casais que já vivem de forma marital, convertendo a união estável em casamento, daqueles que já vivem juntos como família há mais de um ano. Ele ainda sugeriu a realização de uma cerimônia ecumênica.

Dr. Antônio falou sobre a possibilidade de se fazer uma cerimônia para cada segmentação religiosa. O pastor Anderson Martins da Conceição, da Igreja Assembléia de Deus Missão, concordou com a celebração ecumênica proposta pelo juiz.

Padre Miguel Ângelo Fiorillo, da Paróquia Nossa Senhora da Boa Viagem, informou durante a reunião que o curso de noivos em sua paróquia tem duração de 72 horas, sendo necessário que o casal tenha se batizado e crismado. Ele ainda propôs que o tema da celebração seja “A primeira celebração comunitária do casamento”. Já o diácono da Paróquia de São Sebastião, José da Silva Pires, falou que para os casais já amasiados tem-se no máximo cinco encontros.

O pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil, Dr. Valdemar Gomes da Silva, disse que não há exigências para sacramentos em sua igreja, atentando-se somente sobre as questões do casamento civil.

Todos os presentes concordaram com a realização da cerimônia na segunda quinzena de março de 2019. O procurador de Itabirito, Dr. João Batista dos Reis Gonçalves, disse que, quando houver o número de casais interessados no casamento coletivo, será analisado o local onde poderá ser realizada a cerimônia. Já o juiz, Dr. Antônio, informou que a celebração se destinará apenas para pessoas que residem na cidade.

Os casais que desejam se casar na cerimônia coletiva deverão entregar a documentação no Cejusc até o dia 30 de novembro, sendo que a celebração acontecerá no dia 30 de março do ano que vem. A cerimônia de todas as igrejas acontecerá no mesmo dia, em horário diferentes. 

A reunião contou com a presença do Coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), Dr. Antônio Francisco Gonçalves e lideranças religiosas e sociais da Comarca de Itabirito, como o procurador do município, também representando a secretaria de Assistência Social, bem como o Najur, Dr. João Batista dos Reis Gonçalves, a presidente da OAB/Itabirito, Dra. Celina Rodrigues da Cunha Oliveira, o pastor Anderson Martins da Conceição, da Igreja Assembleia de Deus Missão e representante do Colei, o padre da Paróquia de Nossa Senhora da Boa Viagem, Miguel Ângelo Fiorrilo, o pastor Dr. Valdemar Gomes da Silva, representando a Igreja Presbiteriana do Brasil, Lizziane Estevão Cardoso, da Faculdade Unipac, diácono permanente da Paróquia de São Sebastião, José da Silva Pires, pastor Mário Rodrigo Jorge, da Igreja Pentecostal Aliança Eterna com Deus e o pastor Wallysson de Carvalho Costa, da Igreja Batista da Lagoinha.

Um comentário

  1. Olá. Favor revisar o texto publicado.
    Eu enviei comentário pelo FB, mas até este momento. 10:25 ainda não visualizarão.

    “O pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil, Dr. Valdemar Gomes da Silva, disse que não há exigências nesta denominação, atentando-se somente sobre as questões do casamento civil, considerando que casamento não é um sacramento.”

    Grato e parabéns pelo trabalho do sounoticia

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