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Quem será priorizado em novos pagamentos do Auxílio Emergencial de 2021?

Os novos pagamentos do auxílio emergencial devem ser liberadas em março. Nas próximas semanas, o Governo Federal estará trabalhando para conceder a liberação de uma terceira rodada pelo coronavoucher.

O benefício já foi confirmada pelo Presidente da República, Jair Bolsonaro, que também anunciou reajuste no valor do benefício.

A proposta tinha sido inicialmente cancelada, mas diante da pressão popular precisou ser reconsiderada pelo ministério da economia.

Quem será aceito no novo auxílio emergencial

A primeira grande informação já concedida pelo ministro da economia, Paulo Guedes, é de que não será possível contemplar todos os 60 milhões de brasileiros já aprovados em 2020.

De acordo com o gestor, a expectativa é de que apenas 40 milhões permaneçam recebendo o benefício.

Para isso, o ministério da cidadania deverá realizar uma nova seleção, entre os já registados no Cadastro Único, priorizando aqueles de menor renda. Segurados do Bolsa Família, por exemplo, deverão ficar de fora do programa, uma vez em que já recebem benefício federal.

Até o momento não foram anunciadas as novas regras de seleção, mas acredita-se que levará em consideração uma faixa salarial mínima, excluindo até mesmo os desempregados com acesso ao seguro-desemprego.

Valores das mensalidades

No que diz respeito ao valor a ser concedido, há várias informações circulando. Inicialmente a mensalidade ficaria em R$ 200 fixados, conforme informou Bolsonaro em entrevista na TV. Na sequência, Guedes garantiu um salário de R$ 250 mensais.

No entanto, o mesmo também admitiu não descartar a possibilidade de manter os R$ 300 liberados em dezembro de 2020 ou até mesmo retomar os R$ 600 aprovados na primeira rodada.

No que diz respeito aos valores para as mulheres chefes de família, ainda há dúvidas se a mensalidade poderá ser dobrada ou não. Até o momento nada foi mencionado sobre esse grupo em específico.

De modo geral, o desejo de Guedes é que a nova folha orçamentária do programa fique com o valor máximo de R$ 30 bilhões.

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