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Ouro Preto: cerca de 180 presos podem ficar sem assistência de enfermagem

Ao cobrir a reunião plenária da Câmara Municipal de Ouro Preto, o jornal Estado de Minas revelou a eminência de um colapso no atendimento em saúde no Presídio de Ouro Preto, na Região Central de Minas Gerais. Isso porque, segundo o jornal, um ofício encaminhado pela direção do presídio ao Legislativo mostra que o contrato de uma técnica de enfermagem foi encerrado no dia 29 de julho, deixando os cerca de 180 presos sem assistência.

De acordo com o Estado de Minas, o ofício evidencia a precária situação prisional do Presídio de Ouro Preto, que atua sem um servidor estadual fixo. O diretor do presídio, Vanderlei José Vieira Júnior, afirmou no ofício que há historicamente uma enorme demanda de trabalho, conciliada a um déficit no quadro técnico da unidade carcerária.

Até então, os profissionais da saúde são cedidos pela Prefeitura de Ouro Preto, por meio de negociações feitas pela gestão municipal e a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp).

Ainda segundo o Estado de Minas, no ofício, é apresentado que ocorreu a licença a maternidade de uma servidora estadual e uma outra profissional foi alocada, de forma informal, para substituir a técnica em enfermagem que teve de se afastar do trabalho. O contrato de prestação de serviço da técnica em enfermagem cedida pela prefeitura da cidade terminou no último dia 29 de julho.

“Informamos que a partir do dia 1° de agosto as ações de saúde do presídio de Ouro Preto entrarão em colapso pela ausência de uma técnica de enfermagem. Acrescentamos ainda que não dispomos de enfermeiros e outros profissionais que possam exercer os serviços relativos aos dos técnicos de enfermagem” diz o ofício.

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